quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Edital de concurso para professor sofre alterações

Fique atento as retificações para seleção de novos docentes publicadas no DODF:

A Secretaria de Administração Pública (SEAP) realizou duas alterações no edital do concurso público para professor da rede pública. A primeira delas foi publicada no DODF de 9 de setembro de 2013, em que foi incluído o cargo de professor de Ciências Naturais. No dia 20, a SEAP ampliou os componentes curriculares e definiu as atribuições do cargo.

O concurso oferecerá 804 vagas no cargo de professor de educação básica, da Carreira magistério Público, da Secretaria de Educação do DF. O processo seletivo será realizado pelo Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). As vagas são destinadas às áreas de artes cênicas/teatro, biologia, educação física, enfermagem, filosofia, física, geografia, história, informática, espanhol, inglês, francês, matemática, música, nutrição, química, sociologia, telecomunicações, dentre outras.

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no endereço eletrônico do IBFC (www.ibfc.org.br), no período das 8h do dia 25 de setembro às 23h59 do dia 24 de outubro de 2013, observado o horário de Brasília. A taxa de inscrição para professor com jornada de 20 horas é de R$ 40,00, e para 40 horas, R$ 55,00. A aplicação das provas está prevista para o dia 08 de dezembro de 2013, no período matutino, às 9h, e vespertino, às 14h30, em Brasília.

Veja as alterações do edital:
1) Edital nº 2 no DODF nº 187, página 48, de 09/09/2013.
2) Edital nº 3 no DODF nº 196, página 47, de 20/09/2013.
 
* Leia ainda o edital publicado sem as alterações (DODF – Página 76)

Fonte: www.se.df.gov.br

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Definidos padrões para reposição do calendário escolar

Em reunião realizada na manhã desta segunda,7, a comissão de negociação do Sinpro e o secretário de Educação, Denilson Costa, acertaram os parâmetros para a reposição dos dias letivos perdidos em função do movimento grevista da categoria. Os parâmetros que foram acordados hoje, são as indicações resultantes da plenária realizada no último sábado com mais de 500 professores e professoras na sede do Sinpro.
A reposição começa já no próximo sábado, dia 12, e deve terminar até o dia 29 de dezembro. Como a adesão à paralisação variou de escola para escola, caberá aos professores e professoras de cada unidade de ensino definirem seu calendário específico. Haverá 42 possibilidades de datas para a reposição dos 35 dias letivos (34 de greve e um da paralisação para a assembleia do dia 8). O primeiro semestre terminará no máximo até o dia 14 de agosto e o segundo deve começar no máximo até o dia 15 de agosto.
Foi preservada uma semana de recesso em julho, no período de 15 a 22. As professoras e professores do EJA, CILs, Escolas Parque, sistema prisional ou de restrição de liberdade e educação profissional terão autonomia para montar calendário específico. A SEEDF se comprometeu a garantir toda estrutura administrativa, alimentação para os alunos e foi acertado com o DFTrans a liberação do passe livre estudantil Fácil e também transporte para alunos da zona rural.
Outras negociações
O GDF adiantou que até sexta-feira desta semana irá chamar a comissão para a reunião de retomada das negociações dos pontos da nossa pauta. Também foi apontado que a eleição para diretores de escolas ocorrerá na primeira semana de agosto.
Clique aqui e confira as possibilidades de datas para a montagem do calendário.

Fonte: www.sinprodf.org.br

domingo, 29 de abril de 2012

Um em cada quatro professores da educação básica não tem diploma de ensino

Aproximidamente 25% dos professores que trabalham nas escolas de educação básica do país não têm diploma de ensino superior. Eles cursaram apenas até o ensino médio ou o antigo curso normal. Os dados são do Censo Escolar de 2011, divulgado este mês pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Apesar de ainda existir um enorme contingente de professores que não passaram pela universidade – eram mais de 530 mil em 2011 – o quadro apresenta melhora. Em 2007, os profissionais de nível médio eram mais de 30% do total, segundo mostra o censo. Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, os números são mais um indicativo de que o magistério não é uma carreira atraente.

“Isso mostra que as pessoas estão indo lecionar como última opção de carreira profissional. Poucos profissionais bem preparados se dedicam ao magistério por vocação, uma vez que a carreira não aponta para uma boa perspectiva de futuro. Os salários são baixo, e as condições de trabalho ruins”, explica.

A maior proporção de profissionais sem formação de nível superior está na educação infantil. Nas salas de aula da creche e pré-escola, eles são 43,1% do total. Nos primeiros anos do ensino fundamental (1º ao 5º ano), 31,8% não têm diploma universitário, percentual que cai para 15,8% nos anos finais (6° ao 9º ano). No ensino médio, os profissionais sem titulação são minoria: apenas 5,9%.

Para a presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, é um “grande equívoco pedagógico” colocar os professores menos preparados para atender as crianças mais novas. “No mundo inteiro é exatamente o contrário, quem trabalha na primeira infância tem maior titulação. Quando o professor entra na rede vai para a educação infantil quase como que um 'castigo' porque ela não é considerada importante. Mas, na verdade, se a criança começa bem sua trajetória escolar, as coisas serão bem mais tranquilas lá na frente”, pondera.
Leia na íntegra:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,12/2012/04/28/interna_brasil,300101/um-em-cada-quatro-professores-da-educacao-basica-nao-tem-diploma-de-ensino.shtml