sexta-feira, 27 de maio de 2011

Processo seletivo para estágio no Tribunal de Justiça

Podem participar alunos do Ensino Médio (Regular e EJA) e universitários

Fundação Conesul de Desenvolvimento informa que estão abertas as inscrições para a 3ª prova de seleção de estagiários do Tribunal de Justiça do Distrito Federal Territórios. Podem participar alunos do Ensino Médio (Regular ou Educação de Jovens e Adultos – EJA) e universitários de Administração, Arquitetura, Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Ciências Políticas, Direito, Educação Física, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Estatística, Informática, Jornalismo, Nutrição, Odontologia, Pedagogia, Psicologia, Publicidade e Propaganda e Serviço Social.
O processo seletivo é destinado à formação de cadastro reserva. As inscrições podem ser realizadas até o dia 01 de junho de 2011. Para efetuar o cadastro, é necessário que os estudantes leiam o Edital 001/2011, que regulamenta o processo seletivo. Os interessados devem se inscrever somente via Internet, no site www.conesul.org, na seção Concursos Públicos > TJDFT > Processo Seletivo de Estagiários 2011. A inscrição, que é gratuita, precisa ser confirmada no mesmo site, entre os dias 06 e 07 de junho.
As provas estão marcadas para o dia 03 de julho. Serão abordados conteúdos de língua portuguesa (comum a todos os cursos), noções de informática (Ensino Médio e Ensino Superior, exceto psicologia e serviço social), matemática (somente para ensino médio), conhecimentos gerais (somente para ensino superior, exceto psicologia e serviço social) e conhecimentos específicos (somente para ensino superior – psicologia e serviço social).
O cadastro reserva será destinado ao preenchimento das vagas de estágio que surgirem na sede do TJDFT e nos fóruns das seguintes localidades: Brasília, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina, Riacho Fundo, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho e Taguatinga.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Auxiliares de educação continuam em greve e se reúnem hoje em assembleia

Os auxiliares de educação do Distrito Federal continuam em greve nesta manhã de quarta-feira (25/5). A categoria está paralisada desde o dia 9 de maio. Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar (SAE-DF), Denivaldo Alves, os servidores se reúnem hoje em assembleia prevista para às 15h em frente ao Palácio do Buriti. "Vamos discutir nessa assembleia se vamos continuar ou não em greve", explica.

De acordo com o secretário, os representantes da categoria tiveram algumas conversas informais na terça-feira (24/5) com o governo do DF. "Parece que eles estão construindo uma proposta. Caso haja alguma nova proposta iremos discuti-lá também na assembleia", afirma Denivaldo.
Os auxiliares de educação estão com os braços cruzados porque querem um aumento salarial que não estava previsto no orçamento do DF. Algumas outras questões já foram resolvidas com a Secretaria de Educação logo no início da paralisação. A greve já prejudica os serviços de secretaria, limpeza, vigilância, merenda, marcenaria, gráfica e outros na rede pública de ensino.
 
 

Publicação: 25/05/2011 10:08 Atualização: 25/05/2011 10:34

terça-feira, 10 de maio de 2011

As falácias do GDF

Vamos refutar as falácias com o que GDF está tentando desmerecer nossa greve:
1º – O GDF lamentar a greve, pois estavam em negociação: acredito que esteja claro para todos os amigos servidores que houve diversas tentativas de negociação. Mas o GDF não somente ignorou nossas reivindicações como também não apresentou contraproposta alguma;
2º – O GDF ofereceu aumento no auxílio-alimentação, plano de saúde e outras cláusulas sociais: ora, o aumento no auxílio-alimentação beneficiará todas as categorias de servidores do GDF, assim como o plano de saúde. Ambos são destinados a todos, independente do órgão a que sirvam. Então não haverá benefício direto algum para nossa categoria profissional com essas medidas. Por que o GDF não adotou essa argumentação para todas as outras greves das outras categorias???
3º – Reajuste de 5% em março de 2011: como todos sabemos, ou eu espero que saibam, o reajuste de 5% que recebemos em março é referente ao ano de 2009, quando concederam um aumento parcelado em três suaves prestações. Dessa forma, fica parecendo proposital a idéia de oferecer reajuste parcelado, por ano, para que configure aumentos distintos. Não sejamos tolos! Terminamos de receber o aumento de 2009 agora em 2011. Não recebemos aumento algum em 2010. E não estão querendo nem conversar sobre o assunto em 2011.
4º – Não vejo formas de uma greve não prejudicar os serviços prestados nos mais diversos setores da população. Quando são os rodoviários, ficamos sem transporte; quando é da saúde, ficamos desamparados; quando é da limpeza, fica tudo sujo; quando é da polícia civil, não se recolhe corpos, não se faz perícia nem se registram ocorrências; quando é do professores, os alunos ficam sem aulas por dias a fio. E agora querem que a nossa greve não afete nada?!? Se isso acontecer, que cada um se recolha na insignificância de sua profissão, cale a boca e se resigne com o salário que recebe. Deve ser o contrário. Deve servir justamente para deixar claro o quanto a Carreira Assistência à Educação é importante para o funcionamento das escolas e para o processo de ensino aprendizagem. Não nos trataram como dispensáveis? Por que agora dizer que recorrerão a justiça para reestabelecer os serviços??? Irônico isso….
5º – Se todos os servidores não se comprometerem a apoiar a iniciativa de greve, o movimento certamente se enfraquecerá. Desconheço as razões que levam cada um a aderir ou não. Mas se é por excesso de dinheiro, eu duvido… Fica cada um preocupado apenas com seu umbigo, em detrimento da coletividade. Não querem problemas… mas estão todos sedentos pelo aumento. Pertencemos ao mesmo grupo, estamos submetidos às mesmas condições de trabalho e ganhamos a mesma miséria. E vocês ainda acham que o movimento grevista é exagerado??? Quantos de vocês se dispõem a sair pras ruas, pra protestar, pra se fazerem ser vistos??? Preferem ficam sentadinhos numa cadeira olhando qualquer bobagem na internet??? A comunidade desconhece nossa carreira e suas funções. Quantos de vocês não são chamados de professores??? Como se apenas esse segmento atuasse em escolas.

Email recebido em 10/05/2011, da colega Maria Antonieta.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Auxiliares de educação do Distrito Federal entram em greve

Os servidores auxiliares de educação do Distrito Federal entraram em greve nesta segunda-feira (9/5). Os serviços de secretaria, limpeza, vigilância, merenda, marcenaria, gráfica, entre outros, estão suspensos por tempo indeterminado. Uma nova assembleia da categoria está marcada para a próxima quinta-feira (12), às 9h, em frente à praça do Buriti.

O Sindicato dos Auxiliares em Administração Escolar do Distrito Federal (SAE) informa que a categoria não obteve sucesso nas negociações com o Governo do Distrito Federal (GDF) e que por isso decidiu pela greve. Na pauta de reivindicação, eles pedem a realização de concurso público, reajuste no tíquete alimentação, implantação de plano de saúde, além de reajuste no salário e a incorporação de gratificações.

Por meio da assessoria do SAE, o secretário-geral do sindicato, Denivaldo Alves, disse que os servidores só retornam ao trabalho quando a secretária de educação, Regina Vinhaes, receber a comissão de negociação e apresentar uma proposta que atenda aos anseios da categoria.

A assessoria de imprensa da secretaria de educação do DF informa que uma comissão do sindicato está, nesta manhã, reunida com o secretário-adjunto de educação, Erasto Fortes. O objetivo da reunião é discutir a pauta de reivindicação dos grevistas.


Acessado em: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/05/09/interna_cidadesdf,251367/auxiliares-de-educacao-do-distrito-federal-entram-em-greve.shtml

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Mãe pode registrar a paternidade do filho, caso companheiro não o reconheça

Mariana Laboissière
Publicação: 05/05/2011

Fábio entre os pais, Helena e Gilmar Costa: aos 8 anos, o menino finalmente terá o sobrenome paterno na certidão (Fotos: Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press)
Fábio entre os pais, Helena e Gilmar Costa: aos 8 anos, o menino finalmente terá o sobrenome paterno na certidão
Na certidão de nascimento de quatro dos cinco filhos da diarista Lúcia Helena Pinto, 42 anos, há uma lacuna onde, na verdade, deveria constar o nome do pai das crianças. O mais novo deles, prestes a completar 5 anos, nem sequer chegou a saber o que é conviver com uma figura masculina no ambiente familiar. Em vez de apenas uma voz queixosa, a diarista ouve, rotineiramente, um coro de descontentes. “Os quatro perguntam: ‘Mãe, a gente não tem pai?’”, conta Lúcia Helena. Segundo ela, todos são filhos de uma mesma pessoa. Contudo, apenas a filha mais velha, atualmente com 21 anos, recebeu o sobrenome do pai: Pereira.

Histórias como a de Lúcia são comuns no Distrito Federal, região com aproximadamente 60 mil crianças sem registro paterno. Com foco nesse público, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) criou, em 2002, o Projeto Pai Legal na Escola. A iniciativa busca cumprir a Lei nº 8.560/92, que assegura a todos o nome do pai em seus registros de nascimento. Até hoje, foram notificadas pelo órgão 20 mil mães em todo território — incluindo o Entorno. Além disso, foram realizados 5.700 reconhecimentos e iniciados cerca de 4 mil procedimentos de investigação de paternidade.

A primeira ação deste ano ocorreu na última terça-feira, nas regiões do Riacho Fundo 1 e 2, onde 800 mães foram chamadas para o atendimento. Entre elas estava Lúcia Helena, em busca de respostas para os filhos de 17, 12, 9 e 4 anos. “A falta do nome do pai gera muito problemas a eles. Na escola, por exemplo, pedem essas informações. A verdade é que o meu ex-companheiro não teve interesse”, afirma a diarista. “Esse tipo de trabalho é importante. Assim, temos uma alternativa barata. Agora, só espero que ele reconheça os meninos e assine todos os documentos direitinho.”
Leia na íntegra em: